Brasil: desemprego cai e rendimento atinge recorde

No trimestre encerrado em fevereiro de 2026, a taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,8%, menor índice para um período de fevereiro desde 2012, embora a população desocupada tenha subido para 6,2 milhões, devido à perda de vagas em saúde, educação e construção.

O rendimento real habitual cresceu 2% no trimestre e 5,2% em relação ao ano anterior, atingindo R$ 3.679, o maior valor já registrado. O aumento foi impulsionado principalmente por setores de comércio, serviços e administração pública.

A taxa de informalidade recuou ligeiramente para 37,5%, enquanto categorias como empregados com carteira assinada e trabalhadores por conta própria se mantiveram estáveis. Por outro lado, o número de empregados sem carteira e no setor público caiu.

A subutilização da força de trabalho também aumentou, chegando a 14,1%, equivalente a 16,1 milhões de pessoas. Os dados são da PNAD Contínua Mensal, divulgada pelo IBGE.

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