Brasil e China estudam ampliar voos diretos e cooperação na aviação

Brasil e China estão a estudar o aumento dos voos diretos entre os dois países. Em Pequim, o ministro brasileiro dos Portos e Aeroportos, Tomé Franca, propôs analisar novas frequências e reforçar a cooperação na formação de profissionais e no desenvolvimento de tecnologias para a aviação.

Atualmente, existem quatro voos diretos por semana entre os dois países. A proposta ainda está em fase de estudo e deverá considerar a procura, a capacidade dos aeroportos e as condições de operação.

A formação de pilotos e tripulantes também esteve em destaque. As autoridades brasileiras conheceram uma academia chinesa que utiliza mais de 500 aeronaves para treino, com o objetivo de promover a troca de conhecimentos.

Outro tema foi o combustível sustentável para aviação (SAF), área em que o Brasil pretende aumentar a produção. Uma maior ligação aérea poderá beneficiar o turismo, os negócios, o intercâmbio académico e o transporte de mercadorias.

A missão brasileira também abordou logística e agronegócio, incluindo a cooperação com a COFCO no Porto de Santos.

Por enquanto, não há novas frequências confirmadas. Os dois países vão primeiro avaliar a possibilidade de aumentar as ligações aéreas.

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