Entre os dias 7 e 9 de agosto, a Casa Firjan, em Botafogo, no Rio de Janeiro, Brasil, recebeu o Seminário Internacional de Políticas para a Economia Criativa: G20 + Ibero-América, em parceria com a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), que discutiu o papel da cultura e da criatividade como vetor económico de desenvolvimento social.
O secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural do Ministério da Cultura (MinC) do Brasil, Henilton Menezes, explicou que “tudo isso vai integrar a Política da Economia Criativa, o Brasil Criativo”, explicando que “o desenvolvimento económico passa pela encomia criativa num ambiente politicamente mais adequado”. O tema está na pauta da cultura há anos, passando por três ministros diferentes: Gilberto Gil, Ana de Hollanda e agora Margareth Menezes.
O secretário-executivo do MinC, Márcio Tavares, ressaltou que “O Brasil, depois de alguns anos de costas para o mundo, voltamos a olhar para o planeta e o planeta a olhar para a gente e entender que a construção da solução dos nossos problemas passa pelo diálogo legal, pela amizade, pela fraternidade, pela colaboração e capacidade de entendimento”.
Para o diretor do Escritório da Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), Raphael Callou, considerou o seminário como um “espaço onde esse tipo de proposta e de articulação sobre possíveis estratégias compartilhadas para superação de desafios comuns que nós temos, a partir desse ponto que muita coisa se coloca como oportunidade”.
O evento fez parte da programação paralela da segunda reunião do Grupo de Trabalho (GT) de Cultura do G20 e participaram palestrantes de vários países.
Ígor Lopes