Sete organizações internacionais vão acompanhar as eleições brasileiras de 2026, cujo primeiro turno está marcado para 4 de outubro. Entre as entidades estão a União Europeia, a Organização dos Estados Americanos, o Centro Carter, a Liga Árabe, o Parlasul e organismos ligados à CPLP e às autoridades eleitorais das Américas.
As missões, credenciadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), poderão acompanhar diferentes fases da votação e avaliar aspetos relacionados com a organização e execução do processo eleitoral.
Cerca de 158,7 milhões de eleitores estão habilitados a votar no Brasil. Serão escolhidos presidente da República, governadores, deputados federais, deputados estaduais ou distritais e dois senadores por unidade federativa.
No estrangeiro, 918.876 brasileiros poderão votar em 186 cidades, exclusivamente para presidente e vice-presidente. O TSE reforçou ainda que telemóveis, câmaras e outros dispositivos capazes de registar ou transmitir imagens não podem entrar nas cabinas de votação.