Cabo Verde: Candidatos justificam corrida à Presidência da República

Os seis candidatos às eleições presidenciais de Cabo Verde, agendadas para 15 de novembro, têm realizado a campanha eleitoral junto dos cidadãos.

A única mulher candidata, Joana Rosa, declarou neste domingo, 01 de novembro, que o turismo rural é a alternativa para dinamizar a economia das famílias do interior de Santiago. A partilha foi feita com a imprensa, durante ações de campanha porta a porta no município de São Lourenço dos Órgãos.

Por sua vez, Loisito Sousa manifestou a intenção de mobilizar instituições para responder aos problemas das comunidades. O candidato considera que a magistratura de influência poderá ser um instrumento para levar às instituições públicas as preocupações das comunidades, nomeadamente nos setores da pesca, turismo, segurança e ambiente.

Já Gilson Alves disse considerar a mobilização da juventude determinante para a afirmação do Movimento 16 de Fevereiro, que pretende apresentar como alternativa ao atual sistema político cabo-verdiano.

José Maria Neves destacou o ambiente de campanha e a grande mobilização em torno da sua candidatura, tendo partilhado ainda com a imprensa a expectativa de que os cabo-verdianos escolham, a 15 de novembro, a nova versão JMN 2026. 

Quanto a Antero Tavares, afirmou que a sua candidatura é a solução para o arquipélago e defendeu que as taxas de abstenção nas sucessivas eleições se devem à falta de alternativa.

Casimiro de Pina justificou a candidatura com um balanço crítico dos últimos cinco anos, não sendo a mesma fonte de um capricho, mas sim por ser da opinião de que, no período entre 2021 e 2026, Cabo Verde teve um mau Presidente da República.

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