A delegação da Guiné Equatorial na Assembleia Geral das Nações Unidas foi representada por Juan Ndong Mangue, que, durante o seu discurso, condenou o uso de medidas económicas coercivas unilaterais por parte da organização intergovernamental.
De acordo com Ndong Mangue, citado pelo site oficial do Governo equato-guineense, as sanções não só danificam a ordem internacional estabelecida, como também constituem violações da Carta das Nações Unidas e do direito internacional.
O representante do país africano governado por Teodoro Nguema Mbasogo acrescentou que as sanções afetam desproporcionalmente as nações mais vulneráveis, enfraquecendo as suas economias e dificultando o seu desenvolvimento.
Ainda do ponto de vista do Conselheiro da Missão Permanente da Guiné Equatorial junto à ONU em Nova Iorque, essas ações perturbam a balança comercial e geram tensões, o que afasta os países da cooperação internacional necessária para enfrentar os desafios globais contemporâneos.
O Grupo Africano, o Movimento dos Países Não Alinhados, o Grupo de Amigos em Defesa da Carta das Nações Unidas e o Grupo G77 + China manifestaram-se igualmente contra as práticas mencionadas.