O Secretariado Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) manifestou a sua solidariedade para com o povo e o Governo de Moçambique, devido às cheias severas que afetaram várias regiões do país.
Houve pelo menos 114 vítimas mortais, seis pessoas desaparecidas, 99 feridos e quase 680 mil afetados, além de 11.367 casas parcialmente destruídas e 4.910 totalmente destruídas, de acordo com dados do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD).
O Secretariado Executivo da CPLP também deixou um apelo, através de uma nota de imprensa, à solidariedade internacional, para que sejam apoiadas as populações vulneráveis que vivem nas zonas afetadas pelas crises climáticas cíclicas em Moçambique, principalmente nas províncias de Maputo e Gaza, consideradas os locais mais críticos.
A mesma entidade exortou os organismos internacionais competentes, entre os quais a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), no quadro dos compromissos assumidos no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas.
Foram igualmente mencionados o Programa Alimentar Mundial (PAM), a Organização Meteorológica Mundial (OMM), entre outros, para unirem esforços, parcerias e ações concretas em prol da justiça climática.