Moçambique: Chapo defende acordo inclusivo para paz mas ignora Mondlane

O chefe de Estado moçambicano, Daniel Chapo, divulgou que se chegou a um entendimento com os partidos políticos nesta quarta-feira, 19 de fevereiro, sobre o acordo de busca de soluções para a crise pós-eleitoral que o país atravessa. 

O governante defende a ideia de um acordo mais abrangente e inclusivo ainda nas plataformas partidárias. Para alcançar este objetivo, explicou, é importante chamar outros partidos políticos com representação nas Assembleias Provinciais. 

No entanto, a ideia de um acordo abrangente e inclusivo para solucionar a crise política não incluiu ainda Venâncio Mondlane, que continua a ser ignorado por Daniel Chapo na mesa do diálogo político que visa acabar com a crise pós-eleitoral. 

O Presidente da República reuniu-se com os líderes políticos do PODEMOS, da Renamo, do MDM e da Nova Democracia para mais uma ronda de conversações com formações políticas com assento parlamentar. 

Depois desse encontro, Chapo anunciou a integração de mais quatro partidos na mesa do diálogo, entre os quais os partidos Revolução Democrática (RD), Humanitário de Moçambique (PAHUMO), Renovação Social (PARESO) e Reconciliação Nacional (PARENA).

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