Moçambique: Governo desvaloriza gastos com funcionários fantasmas

O Governo moçambicano declarou que os mais de 18 mil funcionários considerados fantasmas não representam nenhum encargo financeiro ao Estado.

Segundo um comunicado do Ministério das Finanças, os funcionários fantasmas, ou seja, inexistentes, foram suspensos da folha de salários de forma gradual, à medida que faltavam à obrigação de realizar a prova de vida anual.

No documento pode ainda ler-se que o Governo tem vindo a implementar medidas inovadoras para melhorar e assegurar a eficiência na gestão dos recursos humanos do Estado, uma das quais é o Sistema Nacional de Gestão de Recursos Humanos.

O sistema informático garante o controlo do ciclo de vida dos funcionários e agentes do Estado, desde a admissão dos mesmos até à desvinculação, podendo ocorrer por aposentação, demissão, expulsão, exoneração, licença ilimitada ou morte.

Além do controlo automático através da prova de vida biométrica, antes da geração da folha de salários, cada gestor de recursos humanos deve registar a efetividade dos seus funcionários, além de outras informações relevantes.

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