Membros e coordenadores distritais do ANAMOLA partilharam a sua insatisfação com a liderança atual da Zambézia, desempenhada por Marta Pavor.
Foi durante uma reunião na delegação provincial que os queixosos exigiram a exoneração de Pavor, tendo afirmado que o ingresso da mesma no cargo ocorreu sem a realização de eleições internas, o que contraria os estatutos do partido.
Nesse encontro, realizado na cidade de Quelimane, os membros relataram ter submetido várias reclamações à direção provincial e à nacional, com o objetivo de resolver a questão.
As queixas incluem ainda alegadas irregularidades no âmbito dos processos internos de alguns distritos da Zambézia, caracterizadas pela exclusão de membros e pela formação de grupos paralelos. Para os membros e coordenadores descontentes, estes acontecimentos comprometem a unidade e a organização do ANAMOLA na província.
Foi feito um apelo à intervenção do presidente do ANAMOLA, Venâncio Mondlane, para que seja uma mediação para o conflito em curso. Outra solução sugerida foi também a realização de eleições internas para restaurar a estabilidade e a coesão na formação política.