No distrito de Nhamatanda, província de Sofala, a Polícia da República de Moçambique (PRM) anunciou, esta segunda-feira, a neutralização de um casal que matou o seu filho de um ano e três meses devido a questões de superstição.
Segundo o porta-voz da PRM na província de Sofala, Dércio Chacate, o casal asfixiou a menor até a morte enquanto estava amarrada e de seguida retiraram parte dos órgãos para efeitos de magia negra. O porta-voz da PRM em Sofala disse que vai remeter o processo ao ministério público para responsabilização.
Falando aos jornalistas, o casal nega o seu envolvimento no crime. O homem justifica que não teria coragem de cometer tal crime contra seu próprio filho, embora a esposa admita que um dia foi abordada pelo esposo para saber se poderia vender a criança para ter boa vida.
Em Moçambique são frequentes relatos de famílias que matam seus familiares ou conhecidos, sobretudo com problemas de pigmentação da pele, para fins de superstição sobretudo para obter riqueza.