Aproveitando-se da fuga das forças moçambicanas e seus aliados, os terroristas, que desde 2 de março ocuparam a vila de Quissanga, além de roubar bens nos estabelecimentos comerciais, utilizaram bens do Estado, com destaque meios de transporte.
Segundo relatos locais, fazendo uma ligação directa no motor, os terroristas conseguiram pôr a funcionar uma ambulância, alocada ao Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social, com a qual circularam por várias horas nas artérias de Quissanga.
Uma outra viatura, também pertencente ao governo do distrito de Quissanga, foi igualmente incendiada quando os terroristas não a conseguiram pôr a funcionar.
Até domingo, o ambiente de convivência entre os residentes de Quissanga e os terroristas era descrito como cordial, enquanto aquele grupo tentava mobilizar jovens da aldeia Tandanhangue para se filiar no grupo.