O grupo da União Europeia (UE) para a observação das eleições moçambicanas de 09 de outubro já começou a chegar ao país. Ao todo, são 150 os membros que irão observar o sufrágio.
De acordo com a chefe da Missão de Observação Eleitoral da UE em Moçambique, Laura Cereza, os elementos não interferirão no evento e serão totalmente imparciais.
“Queremos sublinhar os nossos princípios de trabalho, que são sempre a neutralidade e imparcialidade para observar este processo eleitoral. Não interferimos de nenhuma maneira e temos uma metodologia definida e testada por longos anos para fazer essa observação. Seguimos os padrões internacionais do resto das organizações”, declarou a eurodeputada, citada pelo jornal “O País”.
Laura Cereza foi recebida pelo vice-ministro de Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Manuel José Gonçalves, nesta segunda-feira, 09 de setembro.
A UE vai demorar mais de dois meses para divulgar o seu relatório ou deixar recomendações para o país. Cereza disse ainda que não será feita qualquer “declaração pública até 48 horas depois das eleições, porque queremos respeitar o máximo o processo eleitoral e não interferir, deixando que tudo se desenvolva como é devido”.