Portugal: Deputados eleitos pela emigração prometem compromisso com a diáspora

O voto da diáspora portuguesa nas últimas eleições legislativas, que decorreram dia 10 de março, foi decisivo para determinar que futuro político terá Portugal nos próximos anos.

Os votos apurados pelo círculo europeu elegeram deputados do Chega e do Partido Socialista (PS). Foram eleitos por este círculo o estreante José Dias Fernandes (Chega) e Paulo Pisco (PS), que já conta com experiência neste ramo de atuação.

Já no cenário de Fora da Europa, os votos deram a vitória a José Cesário (AD), que é agora Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, dando lugar a Flávio Martins na Assembleia da República, e Manuel Magno, do Chega.

Com estes resultados, Portugal tem já Luís Montenegro como primeiro-ministro. A vitória do pleito ficou com a Aliança Democrática (AD) que conquistou 29,49% votos dos portugueses e 80 deputados na Assembleia da República. O PS foi o segundo partido mais votado e em terceiro ficou o Chega, que quadruplicou o número de deputados. Hoje, a Assembleia da República conta com 80 deputados da AD, 78 do PS, 50 do Chega, 8 da Iniciativa Liberal, 5 do Bloco de Esquerda, 4 da CDU, 4 do Livre e 1 do PAN. Ao todo, estão iniciados 230 mandatos.

Para perceber as linhas de ação e as reações ao resultado das eleições, conversamos com os deputados eleitos pela emigração. Durante esta semana, publicaremos as entrevistas aos deputados eleitos José Dias Fernandes (Chega), Paulo Pisco (PS) e José Cesário (AD).

Ígor Lopes

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