Um homem de 23 anos foi formalmente acusado em Portugal por roubo de um computador e um iPad pertencentes a representantes da NATO e tentativa de vendê-los à embaixada da Rússia em Lisboa.
Segundo a Procuradoria-Geral da República, o jovem procurou dispor de informação sensível através de canais considerados hostis à NATO e aos países aliados, configurando crime de espionagem.
O caso levanta preocupações sobre a segurança de pessoal e material de organizações internacionais em deslocamento, e reforça a gravidade legal de tentar negociar equipamento oficial com Estados com tensões geopolíticas, como a Rússia.
O processo judicial seguirá os trâmites normais, e as autoridades não divulgaram mais detalhes sobre a investigação em curso.