Mais de 600 pessoas tentaram entrar em Portugal com documentos falsos em 2025, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), que regista 627 casos — um aumento face ao ano anterior.
As autoridades indicam que a maioria das tentativas ocorreu em fronteiras aéreas e envolveu cidadãos da Albânia, Geórgia e Irão.
Apesar da subida, as forças de segurança rejeitam que o país esteja a ser mais usado como porta de entrada irregular, atribuindo os números ao reforço do controlo fronteiriço, agora assegurado pela PSP.
No total, mais de 2.100 pessoas foram impedidas de entrar no país, com destaque para cidadãos do Brasil e de Angola.