O primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, apelou à regularização do “funcionamento democrático” na Guiné-Bissau.
O pedido foi feito na sequência do golpe de Estado que travou o processo eleitoral no país africano. Montenegro disse esperar que a verdade eleitoral seja apurada e que “não haja prisões políticas”.
”É importante regularizar o funcionamento democrático do país e das suas instituições, é importante que não haja prisões políticas, é importante que o apuramento da verdade eleitoral seja feito e que o restabelecimento de uma ordem constitucional possa acontecer”, declarou o chefe do Governo português ao ser interrogado por jornalistas após a sexta cimeira Portugal-Moçambique, que decorreu no Porto nesta terça-feira, 09 de dezembro.
Luís Montenegro acrescentou que Portugal terá “sempre disponibilidade para colaborar e cooperar” com a Guiné-Bissau, num “posicionamento que nunca será de escalada verbal, nem de acicatar reações e contra reações”.