Portugal só adere ao Conselho de Paz de Trump por Israel e Palestina

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel, informou que o país só vai aderir ao Conselho de Paz criado pelo Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, se o âmbito da organização se cingir ao conflito israelo-palestiniano.

“O ‘Board of Peace’ [Conselho de Paz] é perfeitamente enquadrável se se restringir a Gaza”, disse o governante.

As declarações de Rangel foram feitas durante uma conferência sobre “O futuro da segurança da Europa”, que está a decorrer nesta terça-feira, 27 de janeiro, na Fundação Gulbenkian, em Lisboa.

O político lembrou que o Conselho de Paz trata-se de uma organização “proposta pelos Estados Unidos para este conflito israelo-palestiniano, gostaríamos que se cingisse a isso”.

Recorde-se que o Conselho foi criado oficialmente na passada quinta-feira, dia 22, e anunciado como um organismo com o objetivo de aplicar o plano de Washington para pôr fim à guerra na Faixa de Gaza. No entanto, o tratado fundador revela um mandato muito mais vasto, apresentando-se como uma organização alternativa à Organização das Nações Unidas.

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