As recentes tempestades deixaram árvores caídas, ramos partidos e solos encharcados, aumentando o combustível disponível nas florestas e elevando significativamente o risco de incêndios no próximo verão. Em algumas áreas, o combustível fino pode crescer até 50%, criando condições para fogos rápidos.
Especialistas alertam que folhas, ramos e madeira grossa podem manter o risco por anos, enquanto solos saturados e altas temperaturas agravam a situação. A intervenção imediata é recomendada, combinando remoção de material e estratégias de manejo, como mosaicos com fogo controlado.
No meio urbano, a destruição evidenciou fragilidades no ordenamento e na impermeabilização, reforçando a necessidade de reconstrução adaptada ao clima. O consenso é claro: a prevenção não pode esperar.