Desde 2017, São Tomé e Príncipe esteve impedido de exportar mercadorias por via aérea para a Europa, incluindo Portugal, e para os Estados Unidos, na sequência do incumprimento de normas internacionais de segurança da aviação civil.
Uma auditoria realizada no âmbito da IATA/IOSA detetou deficiências nas condições operacionais do Aeroporto Internacional Nuno Xavier Dias, bem como falhas na formação dos profissionais envolvidos no manuseamento, controlo e expedição de carga. Estas insuficiências levaram à suspensão total do envio de carga para aeroportos internacionais, com efeitos significativos e prolongados na economia do país.
A reversão desta situação foi possível graças a um esforço técnico e institucional concertado, que incluiu o reforço dos procedimentos de segurança, a qualificação e certificação internacional dos agentes e o respetivo reconhecimento pelas entidades competentes. O embargo foi oficialmente levantado a 28 de janeiro de 2026.
O fim da interdição abre agora caminho à recuperação das exportações por via aérea, ao dinamismo económico e à plena reintegração de São Tomé e Príncipe nos circuitos internacionais de comércio seguro.