O Governo de Timor-Leste garantiu que o encerramento do campo de Bayu Undan, anunciado pela empresa Santos, já estava previsto e insere-se numa estratégia mais ampla para o setor energético nacional.
O Executivo planeia reconverter a infraestrutura num centro de Captura e Armazenamento de Carbono (CCS), com capacidade estimada para 10 milhões de toneladas por ano, prolongando a sua vida útil e atraindo investimento internacional.
Paralelamente, serão exploradas reservas remanescentes de gás para abastecer o território timorense.
O Primeiro-Ministro Xanana Gusmão tem promovido uma reforma profunda do setor, incluindo a reestruturação da TIMOR GAP e a criação da empresa Murak Rai Timor, focada no setor mineiro.
O Projeto Tasi Mane, que pretende transformar a costa sul num corredor energético, continua a ser uma prioridade estratégica.
O Governo mantém também negociações com a Austrália para concretizar o gasoduto do campo Greater Sunrise, reforçando a soberania energética do país e impulsionando o desenvolvimento económico.