A Fundação Mahein, uma organização não-governamental (ONG), considera que o comportamento antissocial de muitos jovens em Timor-Leste revela o fracasso das “principais instituições” do país, nomeadamente da liderança política, Igreja Católica e família.
A crítica foi feita através de um artigo denominado “A crise da juventude timorense como fracasso institucional na promoção da responsabilidade, criatividade e inclusão”.
Segundo a Fundação Mahein, essa crise está relacionada com o “fracasso das principais instituições em incutir um sentido de responsabilidade e propósito na geração jovem”.
Em causa estão actos de violência, desrespeito pelas instalações públicas e pela lei, levados a cabo por grupos de jovens tanto na capital do país, em Díli, como nos restantes municípios timorenses.