Os Estados Unidos planeiam colocar um reator nuclear na Lua até 2030, com o objetivo de garantir energia contínua para futuras bases lunares do programa Artemis. A iniciativa pretende viabilizar uma presença humana prolongada e apoiar missões mais ambiciosas, incluindo a exploração de Marte.
O plano ganhou força após uma ordem executiva assinada por Donald Trump no final do ano passado. Esta semana, a NASA e o Departamento de Energia dos EUA reforçaram o compromisso ao firmarem um memorando para instalar um reator de cerca de 100 quilowatts no polo sul lunar.
A NASA defende que a energia nuclear é essencial no espaço, por não depender da luz solar nem das condições ambientais extremas, permitindo operações estáveis durante anos. A cooperação entre as duas entidades já existe há décadas, mas passa agora a focar-se em missões tripuladas.
Este projeto surge num contexto de crescente concorrência, com a Rússia e a China também a estudarem soluções nucleares para apoiar os seus planos de exploração lunar.