O Presidente dos Estados Unidos Donald Trump prometeu aos agricultores do seu país que se prepararão para vender “muito” dentro do país, já que a partir do próximo dia 2 de abril aplicará tarifas sobre frutas estrangeiras
O Chile, que no ano anterior exportou 2.038 milhões de dólares em uvas, mirtilos, tangerinas e laranjas, parece estar na mira do presidente.
Apesar de ter um acordo de livre comércio com os EUA, as frutas chilenas não estão a salvo do ataque comercial de Trump. Hoje, o Canadá e o México começaram a sentir os impactos brutais nos seus produtos de exportação, com tarifas de 25%, poupando os 10% aplicados ao petróleo canadiano.
Enquanto a presidente do México, Claudia Shienbaum, pede calma e diálogo, o Canadá afirma estar pronto com medidas recíprocas para produtos vindos dos EUA.
Se as notícias não são lisonjeiras no continente americano, a uva de mesa chilena lidera as exportações de frutas com 57%, seguida pelos limões (27%), tendo o Japão como principal mercado. Destacam-se também cerejas, mirtilos, abacates e kiwis. Estão sendo feitos trabalhos para abrir o Japão às maçãs frescas, relataram associações comerciais de frutas.