As escolas públicas de Nova York vão suspender durante um ano o uso de ferramentas de inteligência artificial generativa por alunos até ao 8.º ano, abrangendo cerca de 600 mil estudantes e 40 plataformas. A medida pretende avaliar os efeitos da tecnologia na aprendizagem.
O prefeito Zohran Mamdani defende que as crianças devem desenvolver pensamento crítico e competências através da interação com professores e colegas. Os alunos do ensino secundário ficam fora da proibição geral, enquanto serão criadas aulas de literacia em IA e projetos-piloto supervisionados.
Os professores continuarão autorizados a utilizar IA para preparar aulas e tarefas administrativas. Pelo menos 37 estados norte-americanos já adotaram orientações sobre a utilização desta tecnologia nas escolas, mas ainda não existe uma política nacional uniforme.
A decisão divide opiniões. Alguns responsáveis consideram os limites necessários para proteger os alunos, enquanto outros alertam que um único ano será insuficiente para avaliar os riscos e garantir que as ferramentas de IA são seguras e eficazes.