O atentado contra a caranava do presidente do Equador, Daniel Noboa, intensifica o clima de crise social existente naquela nação sul-americana, que experimenta protestos generalizados após a decisão do chefe do executivo de eliminar o subsídio que torna o gasóleo mais caro. Cinco pessoas foram detidas suspeitas da agressão
Equador, país petroleiro, enfrenta desde há semanas a paralisação de estradas e o confronto entre manifestantes e Forças Policiais desde o início da gestão de Noboa.
O custo do galão de gasóleo teve um aumento de 56%, contudo Noboa anunciou o pagamento de indemnizações para pequenos agricultores e trabalhadores de transporte.
A Comissão Nacional das Comunidades Indígenas abandonou os protestos, denunciando violação dos direitos humanos e brutalidade policial.