O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, voltou atrás em relação às execuções de pescadores venezuelanos no Mar do Caribe, anteriormente negadas pelos EUA, anunciando que se reuniu com as famílias das vítimas.
Até então, o regime de Nicolás Maduro descrevia os bombardeios contra pescadores e pequenas embarcações que supostamente transportavam drogas como sendo “criações de inteligência artificial”. Mas a crescente pressão de Donald Trump sobre Maduro obrigou-os a mudar de versão.
Rodríguez informou que as famílias pediram anonimato, pois receberam ameaças. Defensores dos direitos humanos denunciaram isso como uma manobra a instrumentalização da dor das quase 100 pessoas executadas no Caribe.
Neste fim de semana, Trump anunciou nas redes sociais o “fecho” do espaço aéreo venezuelano para voos comerciais, aumentando as tensões na região devido a preocupações com uma possível “invasão”.
Maduro fez um apelo urgente aos seus parceiros na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) para que se oponham às ambições “imperialistas” de Trump de assumir o controlo desse valioso recurso.