A Petroleira venezuelana PDVSA confirmou que assinará um acordo de venda de hidrocarbonetos com os Estados Unidos, a menos de uma semana após a violenta “extração” de Nicolás Maduro e da sua esposa por forças de elite americanas.
Os apelos nacionalistas para transformar a Venezuela num “segundo Vietnam” em caso de invasão do país. “Estamos em estado avançado de negociações para uma grande venda de volume de petróleo, um processo no qual procuramos fortalecer os laços comerciais entre os dois países”, explicou a empresa em comunicado.
O presidente dos EUA, Donald Trump, havia confirmado que o seu governo “administraria o petróleo da Venezuela”, que fluiria apenas por canais autorizados. Nesta quarta-feira, mais dois petroleiros com bandeira russa foram intercetados pela Marinha americana, apesar de estarem escoltados por um submarino europeu.
A Televisão Venezuelana, canal oficial do regime, agora liderado por Delcy Rodríguez, mudou a sua linha editorial, explicando nos seus telejornais os “benefícios” do acordo petrolífero com os Estados Unidos, um antigo inimigo de Hugo Chávez Frías.