O Brasil está a perder participação no mercado argentino, impulsionado pela recessão na Argentina, pelo avanço das empresas chinesas e pelo agravamento das tensões diplomáticas entre Brasília e Buenos Aires.
A indústria automóvel é uma das mais afetadas, com as fabricantes chinesas a reforçarem a presença no país através de veículos elétricos e modelos mais acessíveis, reduzindo a quota brasileira em segmentos de maior valor.
Apesar do clima político mais tenso entre os governos de Lula da Silva e Javier Milei, especialistas consideram que a forte integração económica entre os dois países deverá preservar os principais fluxos comerciais.
Ao mesmo tempo, a China continua a expandir a sua influência na América do Sul através do aumento das exportações, do investimento e da presença em setores estratégicos, pressionando o Brasil a diversificar mercados e reforçar a competitividade das suas exportações.