A China anunciou a aprovação do chip cerebral NEO para utilização comercial em hospitais, tornando-se o primeiro país a colocar este tipo de tecnologia no mercado. O dispositivo, ainda em fase inicial de aplicação, supera a Neuralink de Elon Musk, que continua em testes clínicos.
O chip foi desenvolvido para ajudar pacientes com lesões medulares e paralisia, permitindo recuperar funções motoras ou controlar dispositivos através do pensamento. Os investigadores apontam ainda para futuras aplicações no tratamento de doenças neurológicas como Parkinson, epilepsia e depressão.
Apesar do potencial médico, especialistas alertam para riscos éticos e de segurança, incluindo desigualdades no acesso e possíveis vulnerabilidades a ataques informáticos. Há também preocupações sobre o uso da tecnologia em pessoas saudáveis para ganhos de desempenho cognitivo.
Segundo estimativas dos criadores, este tipo de implante poderá beneficiar milhares de milhões de pessoas com distúrbios neurológicos em todo o mundo.