China emite mandados de captura contra taiwaneses e corta contactos com empresa ligada à independência de Taiwan

A China recusou negociar com o governo pró-independência de Taiwan e intensificou a sua campanha para isolar diplomaticamente a ilha.
Pequim emitiu mandados de captura para 20 cidadãos taiwaneses acusados de pirataria informática em nome do partido no poder em Taiwan, o Partido Democrático Progressista (DPP).

Além disso, o governo chinês proibiu uma empresa taiwanesa cujos proprietários são apontados como apoiantes da independência da ilha. As autoridades chinesas alegam que a empresa está envolvida em atividades que violam as normas do continente e cortaram todos os contactos comerciais com ela.

O DPP rejeitou as acusações, denunciando-as como um pretexto fabricado pelo Partido Comunista Chinês para criar conflitos. Michael Chen, diretor interino dos Assuntos Internacionais do DPP, afirmou que a China é o principal perpetrador de ações como ciberataques e guerra cognitiva.

Taiwan mantém-se autónoma, enquanto a China considera a ilha uma província separatista que deve ser reunificada, mesmo que seja pela força. Em resposta às tensões, Taiwan reforçou as suas capacidades militares e alguns cidadãos organizam treino de guerrilha.

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