A China reiterou que continuará a defender uma ordem internacional centrada nas Nações Unidas, após confirmar ter recebido um convite dos Estados Unidos para integrar o chamado “Conselho de Paz”, proposto pelo presidente Donald Trump. Pequim não esclareceu se aceitará participar no novo fórum.
Um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros sublinhou que a posição chinesa se mantém inalterada, defendendo o sistema multilateral baseado nos princípios da Carta da ONU e no direito internacional. A China considera a organização o pilar central da governação global.
O Conselho de Paz, apresentado por Washington como um mecanismo para apoiar a resolução de conflitos, incluindo a guerra em Gaza, tem gerado reservas quanto ao seu eventual impacto no papel da ONU. Enquanto membro permanente do Conselho de Segurança, a China reforça assim o seu compromisso com o multilateralismo e com soluções diplomáticas para conflitos internacionais.