Membros da NATO acusam Trump de desrespeitar sacrifícios no Afeganistão

O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, causou novamente incómodo com as suas declarações, desta vez por criticar o papel das forças da NATO, incluindo tropas britânicas, na guerra do Afeganistão.

De acordo com o governante norte-americano, alguns aliados “ficaram um pouco atrás, um pouco fora das linhas da frente” e os EUA “nunca precisaram realmente deles” na intervenção militar.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, encontra-se entre os críticos e classificou as palavras de Trump como “insultuosas e francamente chocantes”. 

Também antigos militares que combateram ao lado das forças norte-americanas ficaram indignados com as declarações do Presidente dos EUA, entre os quais um reservista canadiano e um veterano das forças especiais polacas.

De recordar que, ao longo de 20 anos de conflito, morreram 3.486 militares da NATO, dos quais 2.461 eram norte-americanos. Houve períodos em que alguns aliados registaram taxas de mortalidade superiores às dos EUA.

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