A Nvidia regressou ao mercado de dívida pela primeira vez desde 2021, captando 25 mil milhões de dólares (21,5 mil milhões de euros) numa das maiores operações do setor tecnológico este ano.
A procura dos investidores ultrapassou os 85 mil milhões de dólares, permitindo à fabricante de chips aumentar o montante inicialmente previsto e garantir financiamento em condições favoráveis.
A empresa informou que os fundos serão utilizados para fins corporativos gerais, incluindo o refinanciamento de dívida. O recurso ao mercado obrigacionista surge numa altura de forte investimento em inteligência artificial, área em que a Nvidia tem reforçado a sua presença através de participações em empresas como a Intel, a Anthropic e a OpenAI.
A operação acompanha uma tendência entre as grandes tecnológicas, como a Meta, a Oracle e a Amazon, que também têm recorrido ao endividamento para financiar a expansão das suas infraestruturas de IA.
Após o anúncio, as ações da Nvidia fecharam a sessão a subir 3,5%, mantendo a empresa como a cotada mais valiosa do mundo.