Os líderes do G7 iniciam hoje (16 de junho) a cimeira anual em Kananaskis, Alberta, Canadá, com os conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente em destaque.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apelou a uma intensificação das sanções contra a Rússia para pressionar um cessar‑fogo na Ucrânia, revelando que a UE propôs um 18.º pacote sancionatório, embora enfrente relutância dos EUA sob o mandato de Trump.
O conflito entre Israel e Irão também recebe atenção central. A chanceler alemã, Friedrich Merz, sublinhou que o G7 deve manter uma posição unida: impedir que o Irão tenha armas nucleares, proteger o direito de Israel à defesa, evitar a escalada militar e abrir vias de diplomacia.
Além das crises de segurança, o programa da cimeira inclui debates sobre estabilidade económica global, segurança energética e transição digital . Há também sinais de tensão interna, particularmente sobre tarifas comerciais e a abordagem do presidente Trump, que insiste numa postura unilateral em prol dos interesses norte-americanos.
No entanto, não se espera um comunicado conjunto ao final do encontro — refletindo divergências que vão desde sanções à Rússia até estratégias sobre comércio e diplomacia. Ainda assim, espera-se que acordos pontuais sejam alcançados em temas-chave como energia, sanções e cooperação tecnológica .