França: Roubo no Louvre expõe falhas graves: palavra-passe do sistema era “LOUVRE”

O assalto ao Museu do Louvre, que parecia digno de um filme de espionagem, acabou por revelar-se uma “anedota tecnológica”. Investigações recentes mostram que o sistema de videovigilância usava palavras-passe triviais como “LOUVRE” e “THALES”, nomes do próprio museu e do software de segurança.

A ministra da Cultura, Rachida Dati, admitiu “falhas graves” e anunciou uma investigação para apurar responsabilidades. Entre as peças roubadas estão joias históricas avaliadas em 88 milhões de euros, incluindo uma coroa e um colar da rainha Maria Amélia e um broche da imperatriz Eugénia. Parte do espólio foi recuperada, mas danificada.

O assalto ocorreu em 20 de outubro, quando dois homens invadiram a Galeria Apolo e cortaram as vitrinas em minutos, fugindo com cúmplices em motas. A polícia já deteve sete suspeitos, quatro deles acusados de roubo organizado.

O caso gerou indignação pública e colocou o Louvre sob escrutínio mundial, expondo vulnerabilidades num sistema considerado “impenetrável”.

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