Um grupo na Bulgária conseguiu gerar cerca de 1 milhão de dólares (cerca de €920 mil) em royalties ao explorar falhas no sistema de pagamentos do Spotify — sem infringir a lei.
O método passou por criar centenas de músicas com cerca de 30 segundos (mínimo para contar como reprodução) e colocá-las a tocar continuamente através de cerca de 1.200 contas pagas. O custo mensal rondava os 12 mil dólares (€11 mil), mas os ganhos chegavam a cerca de 415 mil dólares por mês (€382 mil).
O esquema foi detetado após vários meses de atividade, levando à remoção das músicas. Ainda assim, o caso expõe fragilidades no modelo de streaming, que podem tornar-se mais difíceis de controlar com o avanço da automação e da inteligência artificial.