A União Europeia mantém em suspenso a proposta de proibir serviços marítimos a petroleiros russos, devido à falta de consenso entre os Estados-membros e de apoio do G7.
A medida, apresentada por Ursula von der Leyen no início de 2026, pretendia cortar receitas energéticas da Rússia ao impedir serviços como transporte, seguros, financiamento e registo de navios. No entanto, a mudança de posição dos EUA, a instabilidade no Médio Oriente e a oposição de Grécia e Malta travaram o plano.
Embora países como Suécia, Finlândia, Polónia e Estados Bálticos defendam a proibição, Atenas e Malta exigem um acordo prévio no G7, o que mantém a sanção bloqueada. A Comissão Europeia continua a apoiar a medida, mas reconhece as dificuldades políticas para a sua implementação.