Guterres condena assassinato de diplomatas israelitas em Washington

O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou veementemente o assassinato de dois funcionários da embaixada de Israel nos Estados Unidos, ocorrido na noite desta quarta-feira (21) em Washington DC.

Em comunicado oficial, Guterres declarou que “nada pode justificar um ato tão horrível”, reiterando a condenação da ONU a ataques contra representantes diplomáticos. As vítimas, Yaron Lischinsky, de 30 anos, e Sarah Milgrim, de 26, estavam a deixar uma recepção no Museu Judaico da Capital quando foram alvejadas.

O casal, que segundo familiares estava prestes a ficar noivo, e havia participado no evento promovido pelo Comitê Judaico Americano focado em crises humanitárias no Oriente Médio e Norte da África. O ataque foi amplamente caracterizado como antissemita.

Líderes internacionais reagiram rapidamente. Miguel Ángel Moratinos, Alto Representante da Aliança das Civilizações da ONU, classificou o crime como “um ato hediondo e injustificável de antissemitismo”. Já Virginia Gamba, Conselheira Especial Interina da ONU para a Prevenção do Genocídio, reforçou que “não há lugar no mundo para crimes de ódio como esse”.

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