Desde o cessar-fogo de 19 de janeiro, cerca de 138.000 palestinianos receberam apoio financeiro, incluindo pessoas com deficiência, mulheres grávidas e lactantes.
De acordo com a UNICEF, a situação dos mercados em Gaza melhorou, com diminuição de preços e maior disponibilidade e diversidade de produtos.
Pela primeira vez desde julho, crianças com menos de cinco anos e mulheres grávidas e a amamentar, voltaram a ter acesso a uma alimentação mais variada, consumindo mais frutas, legumes, ovos e laticínios.
A Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinianos (UNRWA) distribuiu tendas, lonas, cobertores, colchões, vestuário e utensílios de cozinha a milhares de famílias alojadas em 120 abrigos.
Paralelamente, o Gabinete para a Coordenação dos Assuntos Humanitários da ONU (OCHA) manifestou a sua preocupação para com as operações militares israelitas no norte da Cisjordânia, em curso desde 21 de janeiro. As ações são consideradas as mais prolongadas desde o início dos anos 2000.
As restrições impostas por Israel continuam a dificultar a circulação dos palestinianos, afetando o acesso a mercados, locais de trabalho, serviços de emergência, unidades de saúde e escolas.
O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, voltou a apelar às partes para que respeitem os seus compromissos e garantam a implementação integral do acordo de cessar-fogo e da libertação dos reféns.
One Comment
Todas as pessoas tem o direito de viver em paz .os que sao culpados da guerra ficam na casa deles com as suas familias , o restante que tem menos recursos ficam abalados sem saber o que vao fazer para proteger os filhos. .