O conflito entre Israel e Irão atingiu um novo pico de tensão nesta segunda-feira, com intensos bombardeamentos aéreos e lançamentos de mísseis de ambos os lados. A ofensiva israelita incluiu mais de 200 aviões em ataques coordenados contra alvos militares iranianos, enquanto o Irão retaliou com mais de 150 mísseis e dezenas de drones, atingindo Tel Aviv, Haifa e Jerusalém. Estima-se que pelo menos 224 pessoas morreram no Irão e outras 24 em Israel, incluindo civis.
O conflito, descrito por analistas como o mais grave confronto direto entre os dois países em décadas, é marcado também por ações cibernéticas e tentativas de sabotagem por parte da inteligência israelita. Enquanto isso, a ajuda humanitária enfrenta sérios obstáculos, e cresce o receio de uma crise regional mais ampla, com impactos humanitários e económicos profundos.
A comunidade internacional manifestou preocupação com a escalada. O presidente norte-americano, Donald Trump, pediu a evacuação de cidadãos em Teerão e antecipou o seu retorno da cimeira do G7 para gerir a crise. Países como Omã e Catar tentam mediar um cessar-fogo, enquanto o Pentágono reforçou sua presença militar na região. O preço do petróleo subiu e os mercados globais reagiram negativamente diante da instabilidade.