Revista de Imprensa Lusófona de 22 de outubro de 2026

Em Cabo Verde o “Expresso das Ilhas” indica “Presidenciais 2026: Doentes internados e presos dispensados de autenticar documentos para voto antecipado”. O “Santiago Magazine” publica “Combustíveis: UCID considera positivas medidas do Governo, mas quer resposta mais abrangente”.

O “Jornal de Angola” noticia “MPLA anuncia processo disciplinar contra o militante Higino Carneiro”. No “Angola 24 Horas” lê-se “Nimi a Simbi desafia contestação interna e anuncia candidatura à liderança da FNLA”.

“Timor-Leste e Austrália assinam novo Quadro de Cooperação em Defesa e anunciam apoio de 62 milhões de dólares australianos” e “Governo reforça coordenação interinstitucional no combate ao branqueamento de capitais baseado no comércio” são temas divulgados pelo site do Governo timorense.

“Chegou ao fim a crise de combustível que paralisou São Tomé e Príncipe nos últimos dias”, escreve o “Jornal Transparência”. De acordo com a “STP-Press”, a “Gasolina e petróleo doméstico já nas gasolineiras pondo fim a crise de quase duas semanas”.

A “Agência Brasil” tem em manchete “Flávio faz campanha em São Paulo; Lula teve ato em Belo Horizonte”. A “Folha de S.Paulo” destaca o título “Campanha de Lula diz que aceita abrir sigilo de Marcola caso Flávio Bolsonaro abra o seu”.

O Presidente de Moçambique “Chapo defende papel das famílias e líderes religiosos na consolidação da paz”, segundo “O País”. A “Folha de Maputo” informa “Governo promete pagar dívida a quase 30 mil professores até Dezembro”.

“Embaixador da Guiné-Bissau no Brasil transfere presidência rotativa do Grupo de Embaixadores da CEDEAO para Senegal” e “Segurança Social: ‘À qualquer cidadão deve ser assegurado o direito de Protecção Social para fazer face às eventualidades da vida’, diz DG de INSS” são assuntos partilhados pelo site do Governo guineense.

Quanto a Portugal, o “Diário de Notícias” avança que o “Presidente da República convoca partidos para audiências sobre coesão social no dia 29”. O “Público” cita o ministro da Defesa Nacional “Nuno Melo: ‘Gostava que o serviço militar voluntário pudesse arrancar já em 2027’”.

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