A Inteligência Artificial Geral (AGI) é um conceito que intriga muitos especialistas e desperta grandes expectativas quanto ao seu impacto. Diferente da IA que conhecemos hoje — como assistentes de voz, sistemas de recomendação ou tradutores automáticos, que são exemplos de IA Estreita (ou ANI) —, a AGI seria capaz de compreender e aprender sobre o mundo de forma semelhante aos humanos, realizando múltiplas tarefas com a mesma inteligência e adaptabilidade que temos.
Apesar de ainda ser teórica, a AGI pode surgir até 2030, embora haja incertezas.
Demis Hassabis, CEO da Google DeepMind, tem uma visão cautelosa sobre o tema, sugerindo que a chegada da AGI poderia ocorrer entre 2030 e 2035, mas reconhecendo que isso exigirá avanços significativos em várias áreas de desenvolvimento.
Sergey Brin, por outro lado, mostra-se mais otimista, acreditando que poderemos ver a AGI antes mesmo de 2030 e aponta o novo assistente Gemini como um forte candidato para alcançar esse nível de inteligência artificial.
Caso a AGI realmente apareça, poderá transformar profundamente o mercado de trabalho e as relações sociais, levando Hassabis a aconselhar os jovens a prepararem-se para as mudanças que essa tecnologia trará.