Os preços do petróleo registaram uma descida esta segunda-feira, depois de o Presidente dos Estados Unidos ter exigido “acesso total” aos recursos naturais da Venezuela e de a OPEP+ ter confirmado a manutenção dos níveis de produção até abril.
O Brent, referência europeia, recuava cerca de 0,6%, para perto dos 60 dólares por barril, enquanto o West Texas Intermediate descia cerca de 0,5%, para valores próximos dos 57 dólares.
A queda reflete as expectativas de estabilidade da oferta global e a possibilidade de um aumento da produção no médio prazo, caso haja investimento no setor petrolífero venezuelano. A OPEP+ optou por manter a produção inalterada, após já ter iniciado um aumento gradual ao longo de 2025.
Apesar de o preço do crude ser apenas um dos fatores que influenciam o valor final dos combustíveis, uma descida sustentada pode traduzir-se, de forma gradual, num alívio dos preços da gasolina e do gasóleo. No entanto, a evolução continua dependente do contexto geopolítico e das decisões dos grandes produtores.