Foram 130 os desmobilizados da Renamo que decidiram desvincular-se dos Naparamas e entregar-se à Polícia na Zambézia com o objetivo de serem integrados no processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR).
No entanto, a Renamo decidiu convocar a imprensa para refutar esta informação, após ter tomado conhecimento acerca do sucedido. O partido quis distanciar-se do grupo e declarou que o ocorrido é obra de pessoas de má-fé.
Apesar de reconhecer que o processo está a ser demorado, a formação política garantiu que as pensões no âmbito do DDR continuam a ser pagas aos ex-guerrilheiros.
A Renamo desafiou as autoridades moçambicanas a investigarem o caso dos novos desmobilizados e a punir os infratores.