Pelo menos sete crianças morreram e 38 ficaram feridas nas últimas 24 horas devido à intensificação dos ataques aéreos no Líbano, segundo o Ministério da Saúde Pública. A violência agravou a crise humanitária, forçando quase 60 mil pessoas, incluindo 18 mil crianças, a abandonar suas casas, muitas delas buscando abrigo em mais de 300 centros de acolhimento espalhados pelo país.
O UNICEF reforçou imediatamente a sua resposta emergencial, enviando equipas de atendimento rápido para distribuir suprimentos essenciais, apoiar unidades de saúde móveis e garantir acesso a cuidados intensivos neonatais e pediátricos. Nas instalações de acolhimento, a agência prioriza apoio psicossocial, serviços de proteção infantil, continuidade educacional e assistência nutricional, além de identificar e assistir crianças feridas ou separadas de suas famílias.
A organização alerta que, apesar da necessidade urgente de US$ 48 milhões para atender um milhão de pessoas, apenas 16% dos fundos necessários foram recebidos até agora. O UNICEF apela a todas as partes envolvidas para respeitar o direito internacional humanitário, protegendo civis, especialmente crianças, e garantindo acesso seguro e irrestrito à ajuda humanitária.