Brasil e parceiros definem plano até 2030 para aproximar mercados de carbono

Brasil, China, União Europeia e outros membros da Coalizão Aberta para Mercados de Carbono Regulados aprovaram, em Wuhan, um plano até 2030 para aproximar os sistemas nacionais de precificação de emissões.

O acordo prevê cooperação na comparação das regras de carbono, na medição e verificação de emissões e na definição de critérios para créditos e compensações.

A coalizão reúne dez países e a União Europeia, representando cerca de 49 biliões de dólares (41,7 biliões de euros) em PIB e 42,2% das emissões globais de gases com efeito de estufa. O Brasil assume a presidência até 2027, enquanto China e UE serão copresidentes.

O plano não cria um mercado único de carbono. Cada membro manterá as suas próprias regras, enquanto o grupo procura reduzir diferenças técnicas e facilitar a futura cooperação entre mercados.

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