O Movimento Brasil Livre (MBL) alcançou esta semana um marco importante na sua trajetória política: a validação de mais de 547 mil assinaturas necessárias para a criação do Partido Missão, conforme comprovou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O novo partido, que nasceu de uma ramificação do MBL, pretende formalizar o seu registo até outubro de 2025, visando disputar as eleições gerais de 2026 com candidatos próprios, incluindo cargos legislativos e, possivelmente, a presidência da República.
Com nomes como Renan Santos, ex-coordenador do MBL, assumindo a presidência do partido, e parlamentares como Kim Kataguiri e Arthur do Val entre os apoiantes, o Partido Missão posiciona-se como uma força da nova direita, com propostas de reforma liberal, redução do Estado, endurecimento penal e elaboração de nova Constituição.
O próximo passo é apresentar o estatuto partidário, eleger os membros do diretório nacional e registar diretórios em pelo menos nove estados para que o TSE conceda o registo definitivo. Caso aprovado, o Partido Missão será oficialmente reconhecido e estará apto a disputar o pleito de 2026 — o que pode alterar significativamente o equilíbrio do cenário político nacional.