A Coligação PAI-Terra Ranka, formação política constituída pelo PAIGC e os seus aliados, criticou a forma como decorre processo de actualização dos Cadernos Eleitorais.
Em conferência de imprensa esta quinta-feira, 28.03, o porta-voz da Coligação, Muniro Conté exigiu “o respeito e a observância estrita da lei eleitoral”. Conté alega que a forma como Gabinete Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral (GTAPE) conduz o processo “não respeita os preceitos da lei eleitoral”.
“Queremos ainda alertar ao GTAPE e chamar atenção a opinião pública de que em nenhuma circunstância, quando se fala do acto eleitoral, os partidos Políticos são afastados do processo, se o próprio acto é vigiado por partidos e a votação dirigida aos mesmos, algo que não está a acontecer desde o início do processo”, apontou Muniro Conté.
Segundo o porta-voz da Coligação, conforme a lei “é dado 40 dias para a preparação da actualização dos cadernos eleitorais, e a mesma lei atribui ao GTAPE 20 dias para a instituição trabalhar com a mídia, na campanha de divulgação das informações, para sensibilizar pessoas a irem se recensear”.
O processo de actualização de Caderno Eleitoral iniciou esta segunda-feira, 26.03, com 46 brigadas em todo o país, mas a “tendência é para aumentar” informara o Director-geral do GTAPE.
Para a Coligação PAI-Terra Ranka o GTAPE deve multiplicar esforços para reunir os Kits suficientes para recensear pessoas nas suas localidades. “Fomos prejudicados em algumas eleições por alegada falta de Kits, consideramos isso uma estratégia de roubar votos ao nosso partido”, vincou Conté.
(foto arquivo)