Falando na cerimónia de celebração dos 60 anos desde a criação das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) na capital do país, Maputo, o chefe do Estado moçambicano admitiu haver uma ligação entre os terroristas que há quase sete anos operam em Cabo Delgado e com o movimento Estado Islâmico.
Para Filipe Nyusi, além de agentes económicos locais e coação aos cidadãos capturados para contribuir, parte da logística dos terroristas provém dos apoios do Estado Islâmico.
“Começa a haver um consenso de que parte dos apoios provém do Estado Islâmico. Os terroristas exercem ainda coação a cidadãos capturados e agentes económicos”.
Na mesma ocasião, Filipe Nyusi avançou os nomes de alguns líderes terroristas entre eles moçambicanos e de nacionalidades estrangeiras.